Postagens mais lidas ultimamente

Olá pessoal, como vocês puderam acompanhar nas atualizações aqui do lado direito notaram que dia 10 de agosto eu publiquei que estavamos de volta, mas só agora saiu uma postagem. A verdade é que desde as últimas postagens de Maio venho passando por problemas de saúde, o que afetou muito meu trabalho e minha dedicação aos projetos, mas aos poucos quero ir retomando as atividades na medida do possível.

Para recomeçar, a postagem de hoje é um compilado das postagens mais lidas ultimamente aqui no blog. Confira:

Como fazer overclock em placas de vídeo offboard: Nessa postagem mostrei com um passo a passo bem detalhado como fazer overclock em uma placa de vídeo offboard, isso quando eu tinha minha GTS 450 e rodava GTA V nela.


Controle remoto simples para projetos (Versão2): Após muitos pedidos depois que postei a primeira versão desse projeto, resolvi publicar a atualização com um controle remoto completo (emissor e receptor) com o esquema no Fritzing o mais simples possível para quem quiser copiar e montar seus veículos radio-controlados com um alcance bem decente para um projeto desse tipo (dependendo do módulo





 Transformando uma extensão em um filtro de linha: Essa postagem foi feita para mostrar como é possível montar um filtro de linha que oferece uma ótima proteção para os equipamentos a ele conectados gastando muito pouco e reutilizando uma extensão comum.
Está na lista de postagem com melhorias a fazer, vamos ver pra quando sai.


Instalando o Raspbian Lite no Raspberry Pi: Todos sabem como o Raspberry Pi pode ser versátil e utilizado em muitas aplicações, nesse tutorial mostrei como instalar a versão Lite que é a básica para funcionamento juntamente com os pacotes e programas para deixar ela o mais leve possível para o uso.





 Indicação de livro nº 13: Indicação de livro mais vista aqui do blog, parece que o pessoal gosta mesmo de se aventurar para outras plataformas. Vale a pena conferir o livro e estudar PIC, quero lançar mais materiais nessa linha aqui, mas ainda tem alguns itens como prioridade.






 Fazendo chapas de PVC para projetos: O problema de todos os projetistas: o que utilizar para base, chassi ou mesmo material para fazer uma simples caixa para os projetos?
Resolvi isso de forma simples fazendo chapas com canos de PVC, e como de costume, sempre tenho algumas disponíveis prontas para entrar no projeto. Confiram, pois é muito bom o resultado e fácil de trabalhar com as chapas.

 Reutilizando baterias de notebook: Essa ideia que tive de reutilizar as células de uma bateria de notebook realmente deu muito certo, recarrego com meu carregador de baterias para aeromodelos, e ele carrega muito bem cada uma das células de carga que posso usar no lugar das pilhas nos projetos.






 Onde encontrar datasheets: Essa postagem é a versão atualizada de uma postagem de 5 anos atrás, com links de onde o pessoal pode encontrar datasheets e já o link para alguns datasheets mais utilizados por mim.




 Instalando MPLAB-X IDE no Linux: Nessa postagem mostrei o passo a passo para instalar o MPLAB X (ambiente para programar os PICs) na plataforma Linux, pelo visto o pessoal gostou muito, e como disse, quero trazer novas postagens na linha dos PICs.








 Instalando STM32 na IDE do Arduino: Tutorial passo a passo que fiz de como instalar as placas STM32 na interface de programação do Arduino. Infelizmente por falta de tempo (e também pelos recentes problemas de saúde) acabei não mexendo mais na minha placa, mas vamos ver como as




 Base para limpeza do ferro de solda: Postagem rápida e simples que fiz sobre uma forma que achei para limpar as ponteiras dos meus ferros de solda, venho utilizando desde então esse método e o resultado é muito melhor. As ponteiras não enferrujam com facilidade como antes e duram muito mais tempo.





 Programando módulos ESP8266 12F no Arduino: Meu relato de como fiz para programar os módulos ESP8266 12F na interface do Arduino. Módulos que comprei no Aliexpress e que tive que gravar até o firmware neles.









Por hoje é isso pessoal, vamos ver como ficam as próximas postagens, mas aos poucos vamos voltando. Abraços e até a próxima.

instalando STM32 na IDE do Arduino


A ST Microeletronics eu já citei aqui no blog na postagem sobre onde encontrar Datasheets, ela possui uma variada linha de produtos que vão desde nossos mais comuns reguladores lineares de tensão como os 7805 até circuitos mais avançados e microcontroladores mais robustos, um dos seus produtos é a linha de microcontroladores STM32.
Comprei para testar e utilizar em projetos uma placa de desenvolvimento baseada no modelo STM32F103C8T6, um processador ARM Cortex M3 com arquitetura x86 (32bits), como mostrado na foto a baixo:
Ele pode ser alimentado com tensões entre 2V e 6V, dando uma vasta gama de possibilidades para autonomia de projetos, vejamos algumas das principais características desse microcontrolador:
- Core Clock de até 72 MHz.
- Memória Flash de 64 Kbytes.
- Memória SRAM de 20 Kbytes.
- Oscilador dedicado de 32 kHz, a partir de cristal externo, para uso em RTC.
- 10 canais para conversão A/D de até 1 microssegundo, com direito a sensor de temperatura interno.
- Acesso Direto à Memória (Direct Memory Access – DMA).
- 32 portas de Entrada e Saída de uso geral, sendo que dessas, 16 portas podem ser mapeadas e configuradas ao mesmo tempo como interrupção externa e com tensão máxima de tolerância de 5 volts.
- 7 timers.
- Interfaces de comunicação disponíveis: 3 USARTs; 2 SPIs; 2 I2Cs; 1 CAN; 1 USB.
Para uma lista detalhada de especificações sobre esse microcontrolador clique nesse link.
Para a programação na interface do Arduino, precisamos de um conversor USB-TTL (apesar de ter um conector micro USB, pelo que vi, ele é só de alimentação mesmo) e a conexão com o computador faz-se da seguinte forma:
Após feita as ligações, abra sua IDE do Arduino e no gerenciador de placas instale a biblioteca mostrada a seguir:
Sim, a biblioteca das placas Arduino Zero, após isso, feche sua interface do Arduino e baixe os arquivos para adicionar as placas baseadas em microcontroladores STM32, clicando nesse link.
Salve esse arquivo na área de trabalho mesmo e descompacte ele, a pasta "Arduino_STM32-master" com todo seu conteúdo deve ser movida para dentro da pasta Hardware presente no diretório de instalação do Arduino.
Agora basta abrir a interface e lá teremos total suporte para programar nosso microcontrolador da ST microelectronics através da IDE do Arduino, para isso basta selecionar as opções como mostradas a seguir:
E por fim escolher a porta de comunicação. Para carregar o código você deverá deixar o jumper do “BOOT0” em 1, como mostrado na foto a seguir:

Observação:
Depois de algumas tentativas, percebi que após o carregamento do código para a placa, a única forma de carregar um novo código era desconectando o conversor USB/TTL e conectando novamente, parece que, assim como os módulos Digispark com o attiny, essa placa só entra no modo gravação logo quando é conectada.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Indicação de livro nº 17

A postagem de hoje dá continuidade à nossa lista de bibliografia sugerida. Trata-se do livro "Guia do maker para o Apocalipse Zumbi" lançado em 2015, este livro trás de uma forma bem diferente vários projetos.
Os projetos vão desde a geração de eletricidade até o monitoramento remoto e com webcam, passando pela iluminação com LEDS, sensores de presença e sensores de temperatura, entre outros. 
Vale a pena dar uma conferida mesmo que demore para acontecer um apocalipse zumbi (ou não demore tanto assim kkkkk)...
Por hoje é isso pessoal. Um abraço e até a próxima.

Noticias e atualizações

Bom dia pessoal, estamos de volta! depois de um bom tempo em off por causa de muitos compromissos e alguns (vários) imprevistos estamos aos poucos voltando com as atualizações no blog.
 Fiquem ligados nas atualizações que tem bastante coisa por vir, comprei novas placas para protótipos e projetos que vou postar aqui, adquiri novos livros que vale a pena serem mostrados aqui na nossa seção de bibliografia sugerida, além disso tenho algumas coisas a falar da área da informática que no ano passado acabaram sendo apenas 4 postagens.
Aproveito também o post para divulgar o meu perfil no Instagram, sempre que aparecer alguma novidade por lá você fica sabendo antes de aparecer por aqui, além de poder trocar uma ideia sobre algum projeto.
https://www.instagram.com/natanael_fim/
Aliás, lá no Insta publiquei foto de alguns sensores que comprei já para próximos projetos, confere lá!. 
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

ARK Survival Envolved

Olá pessoal, estamos de volta no blog, depois de um bom tempo desde a última postagem, acabei não conseguindo me organizar nos horários e tarefas e então o blog acabou ficando sem posts. Hoje retorno com algumas imagens de um jogo que comprei na promoção de final de ano da Steam, ARK Survival Envolved.
Segue as imagens:
É, não é todo dia que vemos um desses por aí.... 
Andando a noite, olha o bichinho ali.
Um dodo, o meio mais fácil de conseguir carne (por isso foram extintos kkk).
Apesar de pesado e mal otimizado (ainda está em desenvolvimento o jogo), as funcionalidades são muitas.
Depois dessa print, sebo nas canelas kkkk
 Fico devendo prints do multiplayer, pois não sei porque motivo ele dá uns crash e fecha, assim que resolver esse problema e conseguir acesso ao multiplayer, coloco aqui imagens.
Abraço e até mais.

Reutilizando baterias de notebook

Olá pessoal, na postagem de hoje vou mostrar o método correto de reutilizar baterias de notebook que venho fazendo há um tempo e tem dado certo, primeiramente vamos abrir a bateria de um notebook para reutilizar as pilhas (células) de Íon de Lítio (ou Polímero de Lítio) que tem dentro dela, a seguir a bateria que abri juntamente com as 6 pilhas internas:
A única forma correta de carregar essas pilhas de íon de lítio é com um carregador balanceador que carrega uniformemente evitando o risco de explosão e preservando a vida útil dessas células. 
Para essa tarefa não tem jeito, compre um carregador pronto (a partir de R$30,00 no Mercado Livre) como o da imagem a seguir:
O problema aqui é que temos um carregador com uma saída de 3 pinos e uma saída de 4 pinos, mas nós temos algumas pilhas que possuem apenas 2 polos (positivo e negativo) como carregar então? Simples, nós vamos fazer uma pequena caixa para carregar 2 pilhas ao mesmo tempo, seguindo o esquema a seguir:
Olhando de frente para o conector de 3 pinos do carregador de baterias nós conectamos o pino mais a direita (negativo) no negativo da primeira pilha, e o pino mais a esquerda no positivo da segunda pilha, interligamos ambas em série e esta interligação levamos ao pino central do carregador.
Simples assim, basta alimentar o carregador com 12V e aguardar a carga estar completa, que varia conforme a carga em cada pilha e a vida útil delas.
Para ficar melhor a conexão e fiz uma pequena caixa com chapas de PVC para segurar as pilhas, primeiramente coloquei um pedaço que é o responsável por separar as pilhas no carregador ajudando elas a manterem a posição:
Cortei as laterais para colar em um ângulo de 90º a fim de fazer as laterais da caixa:
Laterais coladas com as pilhas dentro para testar o encaixe:
Agora com as laterais menores já instaladas:
Após todos os lados estarem bem firmes foi o momento de partir para a soldagem, eu tinha uns terminais de pilhas guardados que removi de algum aparelho que não me recordo agora, fiz as conexões como no esquema anterior e utilizei um fio de cooler de PC com 3 pinos (por isso o esquema anterior está com os fios coloridos), no carregador eu soldei outro pedaço de fio com o encaixe para esse pino (o soquete que vai em uma placa-mãe para conectar o plug).
Conexões feitas, alimentando com 12V o carregador, o LED verde da esquerda apaga quando a a carga está completa, que no meu caso levou entre 2 a 4 horas dependendo das pilhas que coloquei.
Então pessoal, essa foi uma dica muito valiosa para conseguir pilhas recarregáveis com uma grande quantidade de energia armazenada para dar um "UP" nos projetos. O investimento para a compra do carregador vale a pena, pois diminui os riscos no processo de carga dessas pilhas. Como eu já tinha o carregador, meu custo total foi 0 ("Zero") e o resultado foi excelente.
Nas duas últimas fotos pode-se perceber que identifiquei o positivo e negativo de cada pilha (se bem que eles tem tamanhos diferentes e como qualquer pilha o negativo é maior) e também numerei cada uma delas, assim posso saber qual estou utilizando e qual deve ser carregada.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Fazendo chapa de PVC para projetos

Olá pessoal, hoje vou mostrar para vocês uma dica que uso há algum tempo em meus projetos. Quando é necessário montar algum chassi ou caixa, eu normalmente utilizava aquelas chapas de MDF/MDP/Compensado (nunca lembro a diferença entre eles kkk) que ficam atrás dos roupeiros e armários, mas quando não se tem a disposição, o que fazer?
Chapas de PVC é a escolha mais barata, eu faço com dois tipos de canos de PVC, o de 100mm (branco) e o de 25mm (marrom).
A primeira coisa que faço são marcas no cano, para definir o tamanho que irei cortar, isso varia de um projeto para outro, normalmente tenho alguns pedaços prontos de 10 a 15cm de largura (o comprimento varia conforme o diâmetro do cano).
Após cortar o pedaço de cano e abrir um corte lateral dele, uso meu soprador térmico para aquecê-lo para ajudar abrir:
Depois de aberto o pedaço eu coloco um pequeno peso sobre ele para mudar sua forma (já que ele esfria um pouco e já fica no formato que está), isso facilita muito a próxima etapa:
Faço um "sanduíche" colocando duas folhas de papel em baixo e duas em cima ficando o cano no meio, assim posso esquentar o conjunto com um ferro de passar roupa:
Apenas deixo o ferro esquentar por cerca de 1 minuto e depois desligo e continuo passando ele quente sobre o conjunto, o papel ajuda a espalhar o calor e evita o contato do plástico com o metal, impedindo de derreter muito o rápido e danificar o ferro.
Após aquecer bastante o pedaço de cano com o ferro de passar, coloco o "sanduíche" aquecido entre minha prancheta (com um peso em cima) e um pedaço de acrílico grosso em baixo, e deixo ele esmagado esfriando nessa posição por pelo menos 15 minutos, ao final desse tempo, o PVC está completamente plano, em formato de chapa, pronto para ser utilizado nos projetos.
Aqui uma foto de alguns pedaços de PVC que estão prontos e sendo utilizados aos poucos conforme necessidade:
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Simples Dummy Load caseiro

Olá pessoal, na postagem de hoje vou mostrar um pequeno circuito "Dummy Load", ou "carga fantasma" que montei para testar minhas fontes de bancada e uso para testar fontes de circuitos que estou desenvolvendo.
Imagine que você construiu uma pequena fonte, que funciona perfeitamente, com tensões estáveis, mas quando coloca esta fonte em um circuito ela simplesmente se torna instável e a tensão cai. Uma maneira de não ter este tipo de problema, é podermos testar o comportamento da fonte em ambiente de teste na bancada, usando uma carga equivalente ao circuito que ela vai ser usada.
A carga fantasma nada mais é que um circuito capaz de transformar energia em calor, assim ajustamos o consumo do nosso circuito fantasma para simular o consumo do dispositivo real que desejamos alimentar com essa fonte e assim  descobrir exatamente o limite da fonte, onde os problemas como o ripple começa a ocorrer, a tensão começa a diminuir e que fusível devemos usar.
Segue o esquema do circuito que montei:
Lista de componentes:
C1 – capacitor eletrolítico 25V 830µF (obs: 25V para entrada de até 16V, se quiser testar valores maiores, aumente o valor do capacitor).
C2 – capacitor eletrolítico 6.3V 3300µF
Resistor - 0,3Ω 10W
Um potenciômetro linear (recomendo usar um knob nele) de 1K.
MOSFET IRF1404 com Dissipador grande (e com cooler preferencialmente).
A vantagem de usar uma fonte de 5V específica para o potenciômetro é que pode-se testar fontes com tensões menores que 5V, como 3.3V usadas em alguns circuitos.
Aqui algumas fotos do meu pequeno circuito quando ainda estava montado em placa perfurada, primeiro de frente:
E de lado:
Um resistor bem grande para dissipar bastante energia também, o resistor tem que ter uma resistência baixa, assim você consegue drenar correntes mais altas caso necessário. Pode-se utilizar também dois resistores de 1,1Ω e 5W em paralelo, funciona da mesma forma.
Aqui fazendo um teste e drenando 0,93A a 12V da fonte:
E aqui o extremo drenando 2,09A (também 12V):
Não levei até limite que nesse caso pode chegar a mais de 4A. Agora as fotos dele remontado em uma PCI com um dissipador bem maior:
De lado:
A única alteração é que adicionei um led (e seu resistor) para identificar quando a linha de 5V estiver ligada, o restante permaneceu inalterado.
O que acharam?
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Atualização do computador

Essa saga é longa kkkkk mas vamos lá, em 2011 eu comecei modificando meu gabinete, colocando mais coolers, LEDs, trocando fonte, placa de vídeo, como falei nesse post. De lá para cá, foram várias alterações, upgrades e gerais no computador.
Uma das últimas postagens com o gabinete e placa de vídeo antigos foi sobre como fazer overclock em placa de vídeo offboard, de lá para cá as atualizações foram:
- gabinete novo: PCYes Mid-Tower Pegasus com Hot-Swap.
Agora com um gabinete Mid-Tower espaço não é mais um problema! Olha o design do gabinete:
 
Visão interna:
 
O gabinete permite cable management, ou seja, gerenciar os cabos de modo a esconder todos eles no espaço entre o chassi e a tampa atrás da placa-mãe.
- placa de vídeo nova: Asus GeForce GTX 1060 DUAL OC 6GB
Se com a GTS450 em overclock eu rodava GTA V, imagina com essa agora o que posso rodar. Aliás, rodo GTA V no ultra com ela, em um monitor de 32", não só este jogo, mas todos os que tenho como Battlefield 3, Star Wars Battlefront I, Just Cause 2 e 3, entre outros títulos, todos em qualidade máxima.
Aqui a placa instalada dentro do gabinete (fita LED solda, pois estava aproveitando para fazer a troca dela):
- cooler para CPU: Cooler PCYES Zero KZ4
Como a placa de vídeo mudou, e consegue trabalhar mais em menos tempo, a carga sobre o CPU também aumentou, com isso precisei trocar o cooler do mesmo, (até porque o original já dava sinal de desgaste).
Depois de muito pesquisar e analisar modelos, o escolhido para a tarefa foi o Zero KZ4 da PCYES, suportando vários soquetes e para processadores com TDP de até 130W (meu core i5 tem TDP de 95W apenas).
 
Uma comparação dele para o cooler original que eu tinha antes:
 
Ele veio com uma pasta térmica, mas preferi utilizar a que já tenho, a Artic Silver 5 (AS5), fiz a aplicação e fixei ele no lugar, resultado:
Meu medo era ficar muito próximo dos módulos de memória RAM, mas para meu espanto, ficou bem longe, e apontando a saída de ar para a parte traseira do gabinete onde tem outro cooler para retirar o ar quente de dentro da máquina. 
Para título de comparação, GTA V estava fazendo meu processador chegar a 75ºC, agora chega a 52ºC em média. 
Cooler muito bom, recomendo!
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.