sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Onde encontrar Datasheets - atualizado 2017

Depois de mais de 4 anos desde a postagem anterior sobre datasheets, está na hora de atualizar os links dessa postagem que foi muito útil para o público do blog, vou colocar junto também o link direto para alguns datasheets que utilizo e vou citar (ou já citei) em projetos aqui.
Primeiro, a lista dos links antigos, mas com links e informações atualizadas:
- www.alldatasheet.com: Contém mais de 50 milhões de datasheets (antes era 20 milhões) e mais de 60 mil atualizados por mês (antes era 30 mil)

- www.datasheetarchive.com: Agora são 500 milhões de datasheets (antes era 350 milhões).

- www.datasheetcatalog.com: Base de dados atualizada constantemente.

- www.fairchildsemi.com: A Fairchild Semiconductor desenvolve CIs para as mais diversas aplicações como ramo automotivo, computação, conversão de energia, iluminação, medicina, dispositivos móveis, controle de motores, redes de comunicações, fontes de alimentação, etc, nesse site, você encontra todos os datasheets dos produtos desenvolvidos pela empresa.

- www.st.com/content/st_com/en.html: A ST Microelectronics é a líder mundial em um vasto ramo de segmentos que inclui semicondutores para aplicações industriais, cabeças de impressão jato de tinta, sistemas mecânicos microeletronicos  (MEMS), decodificadores MPEG e chips para cartões inteligentes, circuitos integrados automotivos, periféricos de computadores e chips para redes sem fio e aplicações móveis.

- http://www.ti.com: Texas Instruments, fabricante de circuitos analógicos, processadores embarcados e softwares e ferramentas. 

Alguns Links novos:
- www.atmel.com/pt/br: Além de outros produtos, é a fabricante do nosso conhecido Atmega328P, o microcontrolador padrão de muitos Arduinos/Genuinos pelo mundo.

- www.microchip.com: Além de outros produtos, é a fabricante dos microcontroladores PIC.

E agora, o link direto para alguns mais comuns aqui no blog:
Microcontroladores AVR:

Alguns CIs:
- LM393;
- LM7805;
- LM317;
- LM324N;
- LM741
- 555;

Microcontroladores PIC:
- PIC 16F84A;
- PIC 16F886;
- PIC 12F629/675;

Por hoje é isso pessoal, gostaram da atualização da postagem? Um abraço e até a próxima.

domingo, 17 de setembro de 2017

Atualizando o amplificador

Olá pessoal, na postagem de hoje venho mostrar a minha atualização do amplificador de som dentro de um cano que tinha montado ano passado. 
O que aconteceu foi que mudei bastante os itens da minha bancada e dessa forma não tinha mais a saída de 5V por perto para alimentar o amplificador então fiz novamente o projeto onde dessa vez não tinha a necessidade de ser sistema estéreo, o que fiz foi pegar o amplificador (cortesia da Loja FJM Soft) e ligar a somente um alto falante.
A única modificação que fiz foi interligar os canais direito e esquerdo na entrada da placa e também as saídas e então conectar a um alto-falante de 3W, e ao invés de usar uma fonte de 5V conectei a uma caixa com 3 pilhas AA.
Segue algumas imagens depois da atualização, primeiro de frente:
 
 Da parte de cima:
 
Nessa foto também é possível ver os 4 parafusos que fixam a tampa traseira, removendo ela tenho acesso a todos os itens bem como a possibilidade de efetuar a troca das pilhas.
Agora a visão interna:
 
Na parte superior tem o interruptor para ligar e desligar, o led que indica quando está ligado o amplificador e por fim o conector de entrada de áudio. 
Agora está bem melhor a qualidade do som também, fiz vários furos nas laterais e atrás da caixa para sair a pressão, assim não distorce tão facilmente quando aumento o volume.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

mudanças e problemas de conexão

Olá pessoal, desde nossa última postagem venho fazendo alterações e melhorias no blog, tanto a nível de interface quanto a nível de código e hospedagem, por esse motivo o blog vem enfrentando alguns problemas de acesso nos últimos dias, peço que não desanimem e continuem tentando acessar, espero conseguir resolver isso completamente nos próximos dias o problema é tempo, que ultimamente está uma correria e não tenho conseguido sentar na frente do PC para resolver esses imprevistos.
Nosso blog agora funciona com o acesso através de duas URLs: a tradicional e antiga: www.blogdonatanael.blogspot.com e a nova: www.blogdonatanael.com, o problema é que os redirecionamentos de DNS dessa segunda vieram a falhar nos últimos dias o que exigiu uma nova configuração.
Como disse, espero que o problema seja resolvido nos próximos dias, até lá quero ir fazendo melhorias também no código do blog para otimizar ele e corrigir alguns problemas (como sempre kkkk) além disso estou preparando alguns materiais para as nossas próximas postagens.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Transformando uma extensão em um filtro de linha

Todos sabem que temos muitos tipos de interferências e problemas na rede elétrica e estes podem acabar danificando os aparelhos a ela conectados, para diminuir os efeitos da corrente e filtrar as interferências temos como um dos aparelhos o filtro de linha, esse dispositivo é assim denominado quando tem dentro de si um varistor, esse componente é um tipo específico de resistor que só atua num circuito quando uma tensão de disparo é atingida, quando ela não ocorre ele permanece inativo.
O problema é que onde moro é muito difícil encontrar um filtro de linha verdadeiro para comprar, a maior parte são as tradicionais "réguas" que o pessoal chama por aqui, ou seja, apenas uma extensão com algumas tomadas na ponta.
Ultimamente a rede elétrica vem sofrendo grandes oscilações aqui na rua onde moro e para evitar de ter que gastar comprando fonte ATX, HD ou outros hardwares danificados por falhas na rede elétrica resolvi transformar uma simples extensão em um ótimo filtro de linha. 
OBS: Antes de continuar, SIM eu intencionalmente fiz no padrão antigo de tomadas pelo fato que os equipamentos em questão não possuem cabos no padrão novo, os próximos filtros de linha serão no padrão novo!
1º) Peguei uma extensão pequena velha que achei numas sucatas por aqui:
Primeiro defini o que eu queria (e conseguiria) por dentro do filtro de linha, que no meu caso foi:
- 4 varistores para dissipar surtos da rede elétrica;
- fusível de 4A para proteção dos equipamentos;
- fusível térmico 85°C para desarmar as saídas e proteger varistores e o restante do conjunto;
- capacitor cerâmico para filtrar as interferências nas frequências altas;
- led indicador de energia;
- led indicador de tomadas energizadas.
Com esses pontos, faltou apenas um núcleo toroidal para fazer um indutor e filtrar melhor as interferências (tenho vários aqui, apenas não fiz por falta de espaço, no próximo filtro de linha caseiro eu coloco). 

2º) Hora de começar a marcar e perfurar o plástico:
Orifício do interruptor de liga/desliga e orifícios dos LEDs já feitos.

3º) Todos os furos feitos, hora de lixar e testar os encaixes:

4º) Resolvi pintar de um amarelo "cor de Minion" pra chamar bem a atenção e destacar ele na bancada:

5º) Depois de secar completamente a tinta era hora de arrumar os componentes para soldar dentro da carcaça:
Começando pelos mais importantes, 3 dos varistores e o fusível térmico, o que fiz foi colocar este no meio de dois varistores, em caso de um surto prolongado os varistores vão esquentar (como fazem sempre) mas vão transferir o calor para o fusível térmico que vai romper e cortar a corrente do filtro de linha. Aliás, nunca vi um filtro de linha tão bom assim que possua um dispositivo dessa forma.

6º) Vai um sanduíche de varistor e fusível térmico aí? kkkkk Já posicionado, depois apenas apliquei pasta térmica no conjunto de modo a melhorar a transferência de calor.

7º) Algumas horas após o inicio da montagem do circuito, segue foto dele finalizado:
O capacitor a esquerda filtra interferências, os dois superiores faço uso de uma propriedade chamada "reatância capacitiva" onde utilizo eles para reduzir a tensão e ligar os LEDs indicadores na rede de 220V.

Aqui uma foto dele terminado e montado:
Fiz alguns testes e está funcionando perfeitamente! Agora posso ficar mais tranquilo com relação as oscilações da rede elétrica.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima!

segunda-feira, 24 de julho de 2017

ubuntu não atualiza no IPv6


Olá pessoal, depois de quase 1 mês desde a nossa última postagem, hoje vamos ver como resolver um problema de atualização do Linux quando roda em IPv6.
O IPv6:
Resumidamente, a base para os computadores se comunicarem em uma rede e na internet, é o endereço IP, que na sua versão 4 (IPv4) era algo como "192.168.1.1", o problema é que este endereço só possui 32 bits de endereçamento, divididos em 4 octetos e permite criação de "apenas" 4.294.967.296  endereços diferentes, pode parecer muito, mas estavam acabando, é ai que entra em cena o IPv6 com seus 128bits de endereçamento com isso a quantidade de endereços disponíveis pode chegar a 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456 (não, eu nem sei pronunciar esse número kkkk).
Hoje no Brasil:
Segundo o site ipv6.br, o país cresceu e hoje chega utilizar 20% de adoção de endereço IPv6 (dados de Julho de 2017), essa porcentagem alcançada pelo Brasil o coloca na primeira posição em porcentagem de rede operante em IPv6 da América Latina.
O problema:
De uns dias para cá percebi que mandava o Ubuntu do meu notebook atualizar via linha de comando e nada de avançar, ficava trancado no terminal algo como:
0% [Connecting to security.ubuntu.com (2001:67c:1360:8001::21)]
E não ia adiante de forma alguma, estranhei bastante, pois no meu netbook (instalado a partir da linha de comando, pacote mínimo) e no meu Raspberry Pi (instalado também por linha de comando, como mostrei aqui) funciona normalmente a atualização.
Foi aí que fui para a internet procurar e o problema estava em resolver o IPv6 para conectar, ele de alguma forma não conseguia.
A Solução:
Navegando no site askubuntu.com eu encontrei outros usuários com o mesmo problema, e então fiz o que um usuário sugeriu, forçar o uso do IPv4 no update, abri o terminal e digitei (como root):

sudo apt update -o Acquire::ForceIPv4=true

Com isso percebi que o comando foi executado normalmente, aproveitei e executei com a mesma adição dos parâmetros em negrito o comando upgrade, ele atualizou completamente. Reiniciei o notebook e mais uma tentativa e nada, muitas vezes nem na internet navegava normalmente, então o que tive que fazer foi forçar o notebook a trabalhar apenas com IPv4, fiz isso da seguinte forma:
1) Criei um arquivo no diretório /etc/apt/apt.conf.d/ chamado de 99force-ipv4 (sem extensão mesmo!)
2) No conteúdo dele coloque: Acquire::ForceIPv4 "true";
Salve o arquivo e reinicie o computador, pronto! problema resolvido.

Vou deixar assim por um tempo e volto a testar o IPv6 para ver se o problema foi corrigido com alguma atualização.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.
Fontes:
- askubuntu.com - opção 1
- askubuntu.com - opção 2
- aqui tem mais duas opções de como desabilitar o IPv6 no Linux;

sábado, 24 de junho de 2017

indicação de livro número 15

Olá pessoal, chegamos a nossa publicação nº 15 da série bibliografia sugerida, e estamos hoje completando exato 1 ano desde o primeiro post.
Na postagem de hoje o livro é este:
Introdução à programação com Python, segunda edição, essa linguagem de programação de alto nível foi criada na década de 90 é fácil de ser implementada e trás uma vasta quantidade de colaboradores no mundo.
Essa linguagem de programação pode ser programada em qualquer sistema operacional, dando grande flexibilidade ao programador. 
Esse livro não foca apenas na programação Python em si, mas também na construção do algoritmo, ensinando a programação em Python até mesmo para quem nunca aprendeu uma linguagem de programação.
Python é muito útil, pois é a linguagem que podemos usar para acessar os pinos GPIO do Raspberry Pi, para isso, fique ligado nos próximos Posts.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

domingo, 11 de junho de 2017

indicação de livro número 14

Olá pessoal, mais um post da série de bibliografias sugeridas, e na postagem de hoje o livro é sobre o mundo Linux. Este sistema operacional que utilizo cada vez mais como principal, deixando o Windows quase que apenas como "sistema operacional para jogos".
O livro "Como o Linux Funciona" é um excelente material para quem deseja buscar mais informações detalhadas sobre o "sistema operacional do pinguim".
Entre os assuntos abordados no Livro, temos: a hierarquia de diretórios dos sistemas Linux, alguns comandos do shell, inicialização do kernel e espaço do usuário, rede no Linux, programação em shell script e outros.
Como já vem na própria capa do livro, "o que todo superusuário deveria saber", conteúdo de primeira qualidade bem detalhado e explicado. 
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

sábado, 3 de junho de 2017

modificando um ferro de solda sem fio

Olá pessoal, hoje venho rapidamente mostrar uma adaptação que fiz no meu ferro de solda sem fio da Hikari, segundo o fabricante esse ferro levaria 15 segundos para chegar na temperatura de trabalho e apenas 30 segundos para esfriar, tendo uma autonomia de até 1 hora. 

O problema é que mesmo com pilhas novas ele não ficava muito tempo na temperatura para derreter a solda, e demorava 30 segundos para chegar a temperatura de trabalho, então o que fiz foi adaptar uma entrada para fonte DC de 4,5V (mesma tensão com as 3 pilhas novas), ainda quero adicionar um interruptor melhor e um LED para iluminar o local da soldagem, mas de momento a situação é essa:
E com a fonte ao lado:
OK, eu transformei um ferro de solda "sem fio" em um "com fio", mas a vantagem é que ele chega rapidamente a temperatura de trabalho e esfria rapidamente, que é justamente o que precisava para ser portátil.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

sábado, 27 de maio de 2017

Instalando o Raspbian Lite no Raspberry Pi (avançado)

Olá pessoal, fazia muito tempo que eu estava devendo essa postagem para vocês, mas antes tarde do que nunca, hoje vamos ver o passo a passo da instalação da versão Debian (Lite) para o Raspberry Pi (Raspbian).
Você pode baixar no site oficial a última versão, aqui utilizaremos a versão Lite, que vem somente com o necessário para funcionar (e poucas coisas a mais) e vamos modificar e instalar do nosso modo os itens desejados.
Aproveito para avisar que a tarefa não é para usuários iniciantes, muito menos usuários que nunca tiveram experiência no mundo Linux, pois vamos utilizar muito o terminal e linhas de comando para a instalação e configuração dos nossos programas a serem utilizados. 
Finalizando o download do arquivo compactado com a imagem do sistema operacional, vamos extrair o conteúdo para ter em mãos o arquivo da imagem, como mostrado a seguir:
Para gravar essa imagem em um cartão de memória transformando ele em inicializável, vamos baixar o programa Etcher, para isso, basta colocar o cartão de memória na unidade, abrir o programa, localizar a imagem (mostrada anteriormente), selecionar a unidade do cartão de memória como destino e iniciar o processo clicando em "Flash!".
Aguarde até que o processo finalize completamente, retire o cartão de memória e coloque ele no seu Raspberry Pi.
Antes de ligar o Pi na tomada, conecte um teclado, mouse e um cabo de rede nele para podermos iniciar, configurar e atualizar o sistema operacional. Aguarde o processo de extração dos arquivos e após o final você ficara com o cursor piscando na tela:
Digite os dados:
login: pi
senha: raspberry
Vamos forçar a expansão dos arquivos do sistema, para isso digite: sudo raspi-config, vamos em "advanced options" e escolhemos a primeira opção "expand filesysten".
Aguarde o reinicio, agora vamos fazer a atualização do sistema por linha de comando para ter certeza que está tudo funcionando, para isso pressione CTRL + ALT + T e digite sudo apt update && sudo apt upgrade, e aguarde o processo de atualização do Raspbian.
Nesse momento execute os seguintes comandos: 
sudo apt install xinit xserver-xorg
sudo apt install lxde-core
sudo apt install lightdm
Esses comandos servem para instalar a interface gráfica do nosso sistema operacional, juntamente com mais algumas funções básicas.
Vamos voltar às configurações agora, digitando novamente "sudo raspi-config".
Agora vamos escolher "Boot Options", na segunda tela, escolhemos a primeira opção que diz "Desktop/CLI" e na próxima tela vamos na quarta opção "Desktop Autologin" assim nosso Pi ira iniciar automaticamente.
A tela volta por conta na primeira delas após a configuração, nessa tela vamos em Finish e após as modificações serem aplicadas o nosso Pi vai reiniciar e nos mostrar a tela inicial do Debian.
abrimos o terminal e vamos instalar um navegador de internet (iceweasel).
sudo install iceweasel
E obviamente vamos querer nosso acesso às portas GPIO do nosso raspberry Pi, para isso digitamos:
sudo apt-get install python-dev python-rpi.gpio
Para poder programar nosso Pi precisamos do ambiente de desenvolvimento em Python (IDLE), para isso digitamos:
apt install idle
A interface de desenvolvimento em Python é essa:
Agora vamos instalar um programa para gerenciar arquivos de texto (leafpad):
sudo apt install leafpad
E uma suíte office completa para trabalhar com outros tipos de arquivos:
apt install libreoffice libreoffice-l10n-pt-br
Por fim vamos instalar um reprodutor de mídias (VLC), um editor de imagens (GIMP) e um leitor de PDFs (evince):
sudo apt install vlc 
sudo apt install gimp
sudo install evince
Caso seja necessário mudar o idioma do Pi, abra novamente as configurações (sudo raspi-config) e selecione pt_br UTF8, e aguarde o processo de download da tradução, para deixar o teclado em ABNT2 e português brasileiro, digite:
sudo leafpad  /etc/default/keyboard
Agora no leafpad temos que alterar as configurações que aparecem no arquivo, ele vai aparecer assim para você:
E você precisa deixar ele assim:
Ou seja, digite os seguintes dados:
XKBMODEL="abnt2"
XKBLAYOUT="br"
XKBVARIANT=""
XKBOPTIONS="lv3:alt_switch,compose:rctrl"
OBS: Na segunda foto logo antes do " é apenas o cursor piscando, e não a barra vertical "|".
Com tudo instalado e configurado é hora de reiniciar nosso Raspberry Pi, após estar pronto para o uso novamente, vamos abrir o terminal, atualizar lista de pacotes e os pacotes caso necessário e dar uma limpeza no sistema (clean, autoclean e autoremove).
E chegamos ao final da instalação e configuração do nosso sistema operacional no Raspberry Pi, temos tudo instalado manualmente com as ferramentas que precisamos, se você desejar, pode optar por não instalar alguns dos programas aqui citados (Gimp, Iceweasel, Leafpad, VLC, Evince ou Libreoffice) ou mesmo instalar outros no lugar desses, tudo isso para deixar seu Rasp com a sua cara.
O menu do sistema vai ficar mais ou menos dessa forma (depende dos itens que você instalou):
Eu aproveitei para trocar o tema das janelas e remover o papel de parede, experimente você também.
Agora é com você, coloque a mão na massa e desenvolva seus projetos no Raspberry Pi.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

sábado, 20 de maio de 2017

ESP8266 Nodemcu - Comprando no Aliexpress

Olá pessoal, mais umas comprinhas no Aliexpress chegaram, essa demorou bastante, tratam-se de módulos NodeMCU baseados no ESP8266. O produto me surpreendeu por a placa ser maior do que a outra que tinha comprado aqui no país, mas o preço é muito menor, enquanto paguei cerca de R$60,00 pelo módulo aqui no Brasil, a versão chinesa saiu por cerca de R$ 10,00.
Aqui uma foto dos dois módulos comprados:
E uma comparação com a outra versão da placa:
O produto foi postado dia 18/02/2017 e chegou dia 03/05/2017, como eu disse, demorou bastante. Pior é que em duas semanas estava no Brasil, o resto do tempo ficou parado.
Uma coisa que percebi foi que essa placa não possui o LED "Build In" ou seja, para qualquer teste preciso por um LED externo enquanto a versão "normal" possui, aproveito e deixo aqui o link para o produto.
Funcionando sem problemas, serve para meus propósitos, e recomendo.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Série Eletrônica - Parte 8

Mais um post da série de eletrônica básica, e hoje vamos ver um pouco sobre uma ferramenta muito utilizada na bancada de eletrônica, trata-se do ferro de solda, ele é um dispositivo elétrico cuja função é derreter a solda (liga de estanho e chumbo) com o aquecimento da sua ponta por meio da passagem de corrente elétrica.
É muito importante manter a ponta do mesmo completamente limpa e dependendo da situação efetuar a troca da mesma, já mostrei aqui no blog como manter a ponta limpa montando uma base caseira para ferro de solda.
Existem muitos tipos de ferros de solda, mas o mais comum (e recomendado aos iniciantes) é esse da foto anterior, estilo caneta (mas nunca segure ele como uma, pois a queimadura será grande!!) Existem também os modelos a pilhas (imagem a baixo), para pequenos reparos, e os modelos com controle de temperatura ou mesmo fazendo parte de uma estação de solda.
Outro modelo também são os ferros de solda a gás, como o da imagem a seguir:
O mais indicado para começar é um ferro de pelo menos 50W de potência, assim já é possível derreter até mesmo as soldas de menor qualidade.
Alguns cuidados que aprendi a ter com o tempo e que considero muito importantes:
- Nunca chacoalhe ou balance o ferro de solda para remover o excesso de solda da ponta. A solda quente pode causar queimaduras e você estaria espalhando solda por todo ambiente de trabalho, use a base para efetuar a limpeza e remover o excesso de solda.
- Nunca utilize solda em excesso. Gotas de solda que caem do ferro durante o trabalho podem causar queimaduras e curto-circuito nos equipamentos.
- Não se esqueça de colocar estanho na ponta do ferro após limpa-lo.
- Faça a limpeza da ponta do ferro de forma rápida e mais na vertical possível, assim evitando ao máximo deteriorar a ponta.
 Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

sábado, 6 de maio de 2017

Fonte de alta tensão barata e simples

Isso mesmo que o título diz, hoje vamos montar uma pequena caixa que pode manter descargas de alta tensão com itens que você pode ter em casa ou encontra e sucata de eletrônicos, o "cérebro" por trás do projeto é o circuito utilizado para elevar a tensão para lâmpadas fluorescentes de scanners e multifuncionais:
Vamos fazer alguns ajustes para garantir o funcionamento por mais tempo, pois esse circuito esquenta e não é utilizado por muito tempo ligado no equipamento.
Primeiro vamos verificar a tensão máxima que o capacitor de entrada pode aguentar, e se necessário vamos efetuar a troca dele, pois vamos alimentar com tensões de 12V a 18V, então o capacitor deve aguentar pelo menos 25V.
Vou montar dentro de uma pequena caixa plástica o sistema, como falado, vai ter um pouco de aquecimento, para isso vou fazer a instalação de um pequeno cooler 12V.
Marquei a posição das entrada do ar, hora de cortar fora:
Orifício pronto para a fixação do cooler, esse passo é essencial para evitar danos ao circuito, não aparece na foto, mas também fiz dois orifícios de saída de ar, um abaixo da placa e outro ao lado, criando uma excelente circulação de ar.
Depois disso fiz a fixação de um pequeno interruptor alavanca e os orifícios para colocar 2 leds.
Não há mistérios nas ligações, tudo que fiz foi:
- ligar um led antes do interruptor e outro depois, para avisar que o circuito tem energia e está com a saída ativada.
- o cooler fica ligado antes do interruptor, assim posso desligar a energia da placa que eleva a tensão ajudando resfriar o equipamento.
- os fios da saída da placa (saída de alta tensão) foram trocados por fios mais rígidos.
Agora uma foto da fonte gerando alta tensão:
Alimentando o circuito com quase 18V, e como você pode ver, a tensão de saída cria um arco voltaico nos fios. O cooler mantém o sistema frio, o led azul indica que energia está entrando (e mantém o cooler continuamente ligado) e o vermelho indica que a placa está ativa e gerando alta tensão (tocar nos fios de saída nesse momento significa tomar um belo choque e ter a pele torrada instantaneamente).
Uma visão mais de perto da descarga de alta tensão:
Queimando um pedaço de madeira: 
Contemplem as figuras de Lichtenberg

Aqui um pequeno vídeo mostrando a descarga elétrica criando as figuras:

Iniciando a combustão de um palito de fósforo com o circuito:
Como vocês puderam ver um pequeno circuito muito simples de ser feito e que possui uma vasta variedades de aplicações (ou não kkk).
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

domingo, 30 de abril de 2017

indicação de livro número 13

Mais um livro da nossa série Bibliografia Sugerida, o livro de hoje é para os que assim como eu não querem ficar apenas no Arduino, querem expandir seus horizontes, indo se aventurar no mundo dos PIC. O livro é PIC Programação em C:
Este livro foca bastante na programação C dos PICs (alguns focam mais na arquitetura dos microcontroladores), englobando itens como: variáveis, tipos de dados, funções, operadores, e na parte de tópicos avançados temos itens como: interrupções, timers, leitura de teclas e de teclados, protocolo I2C, PWM.
Estou usando ele juntamente com mais alguns materiais para meus estudos em PIC e vale a pena a aquisição, realmente um material muito bom.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até mais.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Programando Módulos ESP8266 12F no Arduino

Olá pessoal, pouco tempo atrás mostrei os módulos ESP8266 12F que comprei no Aliexpress, hoje venho mostrar e relatar um pouco do processo de programação deles.
Os módulos comprados são esses:
O problema já começa quando as peças chegam, são muito pequenas mesmo, ou seja, soldar fios para fazer as conexões não foi nada fácil. Aqui começando a cortar a placa perfurada que usei como base:
Após um bom tempo montando a base para encaixar em uma protoboard, começa a dor de cabeça maior, a programação dele. Encontrei muita informação na internet, mas muita coisa diferente, alguns sites diziam para ligar os pinos de um jeito, outros diziam para montar totalmente diferente, por isso esse meu relato é a forma como funcionou no meu caso com base nas fontes encontradas.
Primeira decepção, esses módulos aceitam apenas os comandos AT, e como quero utilizar na interface do Arduino precisava mudar o Firmware deles, foi após muita pesquisa e tentativas que consegui utilizar o mesmo firmware dos módulos NodeMCU (os quais já tinha instalado na minha IDE do Arduino).
Para isso usei o seguinte esquema:
Aqui uma foto do momento da gravação:
Segui esse tutorial de como fazer a gravação do novo firmware, escolhi um Firmware personalizado onde coloquei suporte aos seguintes itens: adc, bit, dht, file, gpio, http, i2c, net, node, ow, pwm, sntp, spi, tmr, uart e wifi, para quem deseja utilizar o mesmo firmware que criei segue o link para download da versão float (com ponto flutuante).
A gravação do Firmware só funcionou no Windows, utilizei o NodeMCU flasher, no Linux não ia de jeito nenhum (não fiquei tentando mais tempo para achar o problema), no Linux fiz a programação dele usando a interface do Arduino, mas para isso, encontrei mais alguns contratempos (como se eu já não tivesse tido o suficiente por 1 dia kkkk).
A única forma de ligação que funcionou no meu caso foi essa:
 
Esse esquema encontrei nesse site, e como disse, foi o único esquema que fez o upload e rodou os códigos, não descobri ainda o motivo, mas várias vezes o upload não funcionava e eu tinha que retirar o cabo USB do computador, aguardar alguns segundos e colocar novamente, parecia que mesmo colocando o jumper para o modo de gravação ele não entrava no tal modo.
Agora os próximos passos são: montar uma placa que suporte gravação, programação e testes no módulo, além disso, quero usar um módulo desses em uma pequena geladeira peltier que estou montando, mas isso fica para um próximo post.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até a próxima.

Fontes (que deram certo): 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Iniciando no mundo dos PIC

É isso mesmo galera, mais um avanço no blog, agora vamos explorar o mundo dos microcontroladores PIC, por isso que mês passado o blog passou por algumas alterações de layout, incluindo a troca do banner principal para englobar a nova família de microcontrolador que utilizarei nos meus projetos.
Eu já vinha tendo vontade de iniciar no mundo dos PICs ultimamente, mas faltava um empurrão para entrar de vez, a grande chance apareceu quando ao desmontar uma placa de um nobreak eu consegui retirar um PIC16F886 ai decidi comprar um PICKIT3 para me arriscar na programação e imagina a minha felicidade ao descobrir que não só estava funcionando o PIC retirado da placa queimada como o código blink funcionou corretamente.
Antes que comece os "mi mi mi" sobre quem é melhor, PIC ou AVR, já lembro que hoje é uma empresa só, visto que em Janeiro de 2016 a Atmel foi comprada pela Microchip.
A Microchip Technology Inc. é uma empresa norte americana de semicondutores, com sede em Chandler, Arizona nos EUA.  Seus produtos incluem microcontroladores (PICmicro, dsPIC / PIC24, PIC32, AVR, AVR32 and SAM), dispositivos com EEPROM, SRAM, Radio Frequency, térmicos, alimentação e gerenciamento de baterias, entre outros.
Comparado com os já conhecidos AVR da Atmel, os PIC são mais baratos e mais fáceis de serem comprados, porém a programação se difere bastante.
Enquanto no mundo do Arduino com os Atmega da Atmel nos preocupamos apenas com declaração de variáveis, sintaxe e software em si, nos PICs temos ainda mais uma (ou algumas) etapas, que incluem as configurações dos Fuse Bits, itens os quais vamos falar mais adiante em um próximo post.
A programação dos PIC pode ser feita na linguagem de baixo nível Assembly ou uma linguagem de alto nível como C, mas o produto que é gravado no microcontrolador após a compilação do código são códigos Hexadecimais.
Os microcontroladores PIC apresentam uma estrutura de máquina do tipo Harvard, enquanto grande parte dos microcontroladores tradicionais apresenta uma arquitetura do tipo Von-Neumann. A diferença entre ambas é que na tradicional de Von-Neumann existe apenas um barramento interno (normalmente de 8bits) por onde passa instruções e dados, na arquitetura Harvard utilizada nos microcontroladores PIC o barramento de dados é sempre de 8bits e o barramento de instruções pode ser de 12, 14, ou 16bits dependendo do microcontrolador, essa arquitetura permite que enquanto uma instrução é executada a outra é "buscada" na memória o que torna o processamento mais rápido.
Existem muitos modelos e famílias de microcontroladores PIC que torna impossível abordar todos aqui no blog, por isso vamos trabalhar com apenas alguns microcontroladores que veremos nas próximas postagens.
A dica aqui é aprender a ler o datasheet de um componente, pois todas as informações referentes ao microcontrolador você encontra no datasheet do mesmo, alias já temos uma postagem de onde encontrar os datasheets, que merece uma parte 2 agora. Para os PIC a própria Microchip disponibiliza em seu site todos os datasheets, basta usar a ferramenta de busca.
Por hoje é isso pessoal, vamos ficando por aqui, fiquem ligados nas próximas postagens que a parte de PIC recém começou.
Um abraço e até a próxima.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Como fazer overclock em placa de vídeo offboard (COMPLETO)

No post sobre o GTA V eu falei que ia ensinar a fazer o overclock da placa de vídeo offboard, vou falar com termos técnicos, pois isso é uma tarefa que exige conhecer o computador para saber o que está fazendo, então se você não entender, estude mais antes de ir adiante para evitar danos ao equipamento.
Chega de papo que agora chegou a hora, leia com muita atenção e cuidado ao por em prática!
O que é Overclock?
Esse termo é dado quando desejamos fazer um determinado hardware trabalhar em uma frequência superior a que ele normalmente trabalha, ou seja, estamos aumentando o clock dele, por isso overclock.  
Primeiramente temos que cuidar 2 pontos, Hardware e Software, o software vai nos permitir fazer o overclock no hardware (que é a placa de vídeo) mas como isso afeta diretamente o aquecimento do hardware (nesse caso a GPU), faça uma limpeza completa no PC removendo toda a poeira e deixe tudo "brilhando" antes de começar com os softwares.
Quando faço limpeza no computador sempre troco a pasta térmica do CPU e da GPU, sempre utilize pasta térmica de alto desempenho, eu recomendo o uso da Artic Silver 5 (esqueça a pasta térmica branca, se você está usando ela no momento nem siga adiante, fica o aviso!).
Troque a pasta térmica tanto do CPU quanto a da GPU (sim, tem que desmontar a placa de vídeo, limpar tudo e fazer a troca, pois mesmo a pasta térmica padrão, perde o desempenho com o tempo), assim você garante que a temperatura média desses itens vai ser menor, se puder adicione coolers extras no gabinete, eu tenho 3 coolers a mais, um de 120mm na lateral do PC jogando ar para dentro e outros 2 de 80mm tirando o ar (um em cima e outro atrás).
Etapa do Hardware concluída vamos aos Softwares, primeiro certifique-se que você está com o driver da sua placa de vídeo completamente atualizado, para isso vá ao site do fabricante e faça o download e instalação, após ter certeza disso, vamos aos softwares do processo, para essa etapa vamos utilizar 2 programas, um para monitorar o hardware durante os jogos (RivaTuner) e o outro para o overclock propriamente dito (MSI Afterburner), existe no MSI a opção de baixar o Riva junto, mas não recomendo, vá aos sites dos fabricantes e baixe a última versão de cada um de lá. 
Instale primeiro o MSI Afterburner e depois o RivaTuner, assim o MSI irá identificar automaticamente o outro programa para trabalharem junto. Agora mãos a obra!!
PARTE 1 - Configurando o monitoramento:
Nessa primeira parte vamos configurar o RivaTuner para exibir os dados na tela do PC durante o jogo, para isso vamos à tela do programa:
No canto superior esquerdo temos "Show On-Screen Display", coloque essa opção como ON, altere para ON também a opção "On-Screen Display support".
Na opção "On-Screen Display zoom" você arrasta para os lados escolhendo o tamanho das letras na tela, use apenas um tamanho suficiente para ler, nada de letras gigantes para não interferir na jogabilidade.
Na miniatura de monitor, você pode clicar e arrastar o número mostrado para o canto da tela que mais lhe agrade, que não venha a atrapalhar durante o jogo. 
Habilitando a opção "On-Screen Display shadow" você habilita a cor de fundo (sombra) do texto exibido na tela, e onde diz "On-Screen Display palette" você seleciona a paleta de cores, onde a da esquerda é a cor do texto e a da direita é a cor da sombra (só aparece se a opção anterior estiver habilitada).
Por fim habilite o "Show own statistics" para mostrar sua taxa de FPS.
Abra agora o MSI Afterburner e vá para a tela de configurações, entre na aba "monitoramento" que é como a mostrada a seguir:
Habilite os itens que você deseja monitorar, eu normalmente utilizo a temperatura média do CPU e da GPU e a taxa de quadros, após habilitar cada um que deseja monitorar clique em "Exibir informação na tela" em cada item, (cuidado para não poluir a tela mostrando todos).
OBS: nessa tela deixe desabilitado a taxa de quadros, pois a opção "Show own statistics" do RivaTuner que configuramos anteriormente já mostra o FPS na tela.  
Após feitas as modificações, minimize a tela, vamos para a parte 2 agora.
PARTE 2 - O Overclock!
Primeiro entre nas configurações do MSI Afterburner e marque as opções como mostrado a seguir:
Assim liberamos para overclock o programa. Agora vamos ver a tela do MSI Afterburner (você pode mudar a "skin" mas os itens são os mesmos).
Essa é a parte principal da tela:
De cima para baixo, os itens que vamos utilizar temos:
- Core Voltage (mV): tensão do núcleo da GPU;
- Core Clock (MHz): frequência do clock do núcleo da GPU;
- Memory Clock(MHz): frequência do clock da memória RAM da placa de vídeo;
- Fan Speed (%): velocidade da FAN do dissipador da GPU;
E os 3 botões abaixo são, da esquerda para a direita: "Mudar Configurações", "Restaurar Padrões" e "Aplicar" 
Na interface do programa atente para onde diz "Profile" aqui você vai salvar as suas configurações para acionar elas com um único clique, primeiramente vamos montar um profile para "arrefecimento" da GPU, que será usado quando você sair de algum jogo onde a placa tenha aquecido demais, para isso mantenha todos os níveis como estão mudando apenas o "Fan Speed" para 100% e de um "aplicar".
Para salvar esse profile clique no ícone salvar (aquele disquete) e os números de 1 a 5 vão piscar, clique no primeiro para salvar no Profile 1.
Agora vamos fazer o perfil de overclock, para isso basta deslizar para a direita aos poucos os itens:
- Core Voltage (mV): com mais energia a GPU trabalha mais rápido.
- Core Clock (MHz) e Memory Clock(MHz): aumentando esses valores você consegue um desempenho maior no processamento;
Não esqueça de manter o cooler a 100%, evitando superaquecimento que pode vir a queimar sua placa de vídeo. 
Aqui entra a paciência aumente de 50 em 50 ou 100 em 100 os valores de um "aplicar" e abra um jogo para testar (o mais pesado de todos de preferência), caso o monitor comece a piscar, falha no driver de vídeo ou a placa esquentar demais, volte para as ultimas configurações que foram testadas sem ocorrer isso, esse será seu limite de overclock.
Agora basta aplicar as configurações definitivas e salvar o profile, clique no salvar, e escolha o profile 2, se quiser jogar algum jogo leve, use o profile 1, clicando no número 1 e depois no "Aplicar", e caso queira rodar um jogo mais pesado, escolha o profile com overclock, que nesse caso salvamos no 2 e aplicamos a alteração, basta jogar e aproveitar.
Caso queira voltar o cooler para a rotação original (bem como todos os valores) clique no "Restaurar Padrão". Pronto!
Aqui meus valores com um overclock leve, uso para jogar GTA V na minha GTS450.
E como mostrado no post sobre o jogo:
Chegamos ao fim do nosso post sobre overclock, ficou grande mas quis fazer o mais detalhado possível, pois a maior parte dos "vídeo tutoriais" que tem na internet só ensina a monitorar os valores, e não ao processo de overclock em si.
Por hoje é isso pessoal, um abraço e até mais.